terça-feira, 29 de junho de 2010

Joinville exporta mais que produtos de empresas líderes no mercado

Edição 038 do JOI

Não é novidade que Joinville seja uma cidade exportadora. Produtos joinvilenses dominam o mercado nacional e também em vários outros países. Serviços também destacam mundialmente algumas empresas daqui.
Iniciativa com mais de 30 anos e consolidada no voluntariado, a formação de líderes e oradores que tem receita de sucesso na maior cidade catarinense se expande para São Paulo. O clube de Oratória e Liderança qualifica líderes em Campinas para a instalação de um clube lá, também.
Ainda nessa edição um mito que há décadas engana pessoas é desmitificado. A lenda de que os lacres das latas de bebidas são de um metal nobre mais valioso que o ouro tem sua origem numa estratégia comercial que continua enganando milhões de pessoas mundo afora.
A reportagem sobre uma das mais antigas profissões do mundo revela quanta obra de arte o oleiro, artesão do barro, é capaz de criar. Enfim, com a proposta de ser um veículo voltado ao líder e formador de opinião, esta edição 38 do Jornal O Joinvilense (JOI) se constroi num jornalismo que passa distante da superficialidade. Boa leitura.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Consertar erros

Edição 037 do JOI

“A natureza não tem pressa. Ações de agressão de hoje podem concretizar reações anos ou décadas depois. Os pescadores de agora pagam o preço da decisão política desastrosa de 80 anos atrás”

Um dos maiores poluidores da Baía Babitonga, o rio Cachoeira, de Joinville, deve deixar de ser esse vilão. Depois de décadas de discursos falaciosos e promessas de campanhas eleitorais não cumpridas, finalmente a sociedade joinvilense recebe a notícia de que o governo Federal e a prefeitura, através da Cia Águas de Joinville, destinam recursos para investimentos de infraestrutura para ampliação da coleta e tratamento de esgoto sanitário da maior cidade de Santa Catarina.
O vergonhoso índice da falta de saneamento básico que deixa a cidade mais rica do Estado em situação pior que a Favela da Rocinha, RJ, por exemplo, deve mudar com essa decisão. Joinville tem aproximadamente (apenas) dez por cento da população servida com a coleta e tratamento do seu esgoto. No centro da cidade a rede pluvial recebe de casas, apartamentos, lojas e comércios esse esgoto doméstico e o despeja nos rios que deságuam no Cachoeira. Nos demais bairros a realidade é a mesma. Esgoto a céu aberto em valas e despejos diretos em mananciais tem sido a realidade de agressão ao meio ambiente, que finalmente começa a mudar.
A sociedade civil organizada precisa cada vez mais se mobilizar para conquistas como essa. Em Araquari, a audiência pública para discutir a reabertura do Canal do Linguado é mais uma ação bem vinda. A economia com base na pesca em Balneário Barra do Sul, finalmente entrou em colapso por causa da desastrosa decisão de fechamento do Linguado. A natureza não tem pressa. Ações de agressão de hoje podem concretizar reações anos ou décadas depois. Os pescadores de agora pagam o preço da decisão política desastrosa de 80 anos atrás. Precisamos corrigir nossos erros e dos nossos antepassados para garantir que as próximas gerações possam viver num mundo que ofereça qualidade de vida.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ambiente e Ministério Público agredidos

Edição 036 do JOI

O destaque dessa edição do Jornal O Joinvilense (JOI) é a Agenda 21 e a falta de políticas públicas aplicadas na proteção ao meio ambiente. Os quase incontáveis desastres ambientais que tem provocado tragédias em todo o planeta ainda tem sido insuficientes para que as autoridades hajam com mais rapidez na prevenção dessas catástrofes.
A recente tragédia que fez desabar parte de um morro (montanha de lixo urbanizado) em Niterói, RJ, é um dos casos mais chocantes do ano. Nesse episódio a incompetência, e até a complacência dos poderes públicos nas três esferas tem provocado indignação mundial. Foram mais de 200 pessoas soterradas por um milhão de metros cúbicos de lixo no Morro do Bumba.
A lógica determina que os políticos e os governantes que permitiram aquela ocupação deveriam pagar, agora, por todo esse prejuízo, mesmo que vidas sejam impagáveis. Mas, a impunidade, mais uma vez, deve vencer e premiar políticos cínicos e governantes criminosos. E se um resquício de justiça fosse feita, a conta financeira recairia sobre o contribuinte, que mais uma vez seria a vítima.
Decisões irresponsáveis e criminosas previamente anunciadoras de tragédias raramente tem seus autores punidos quando se concretizam. O político, o governante pode errar a vontade agora porque dificilmente pagará por isso no futuro. As leis precisam ser mudadas com urgência para quando se achar os culpados do passado poder colocá-los na cadeia e fazê-los repor todo o desvio de recursos públicos desviados ou mal empregados. Isso é o mínimo que a lógica exigiria.
Noutro tema dessa edição, maus políticos tentam anular o pouco que a democracia brasileira tem de ferramentas legais para puni-los. O Ministério Público é um dos raros repositórios da esperança dos brasileiros verem esses homens públicos pagando por seus crimes. A reportagem da edição anterior sensibilizou os líderes do Clube de Oratória que realizaram evento para debater o assunto com os seus sócios e a comunidade. Ações como essa, da sociedade civil organizada, é que podem provocar as mudanças que todos desejamos. Por isso, o tema está de volta nessa edição.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Petroleiro Joinville

Edição 035 do JOI

Ao acessar o JOI na internet (www.ojoinvilense.com.br) o leitor vai se surpreender com a imagem de um navio petroleiro batizado com o nome da maior cidade do estado de Santa Catarina, Joinville.
A imagem histórica cedida pelo marinheiro aposentado e sócio fundador do Instituto Viva o Cachoeira (IVC), Adilson Lopes da Silva, além de ilustrar na internet despertou a curiosidade editorial e já estamos em contato com a Petrobras para resgatar a história do petroleiro que será publicada numa próxima edição.
Nessa, o alerta do Ministério Público sobre a maniqueísmo de maus políticos e governantes que agem para acabar com a entidade é assunto que despertou o interesse do Clube de Oratória e Liderança de Joinville e que deverá ter continuidade em edições próximas, também.
Nas páginas centrais, o destaque para a iniciativa do governo do Estado de repovoar com peixes um dos mais importantes estuários do planeta, a Baía Babitonga.
A produção de um espetáculo de teatro que resgata histórias fantásticas que habitam o imaginário de moradores da região é o início de uma série de reportagens que vai acompanhar o trabalho até a sua estreia.
A reportagem de capa é ilustrada com imagens de colhereiros no leito do rio mais poluído da região e um estímulo ao debate para a recuperação ambiental do rio Cachoeira.
Enfim, o JOI segue firme seu propósito de produzir, a cada edição, reportagens com matérias relevantes e profundidade nos temas para municiar líderes e formadores de opinião.

domingo, 14 de março de 2010

Reportagens para provocar

Edição 34 do JOI

video

Sobreviventes de um rio poluído

Nas páginas centrais, que na linguagem técnica denomina-se “miolo” o destaque é para os dez anos do Balé Bolshoi do Brasil e o Clube de Oratória e Liderança de Joinville. Duas entidades reconhecidas pela formação de líderes, cada uma na sua área, dança e oratória, respectivamente. Nas páginas três e sete, comportamento é o destaque das matérias. Como se pode observar, mudar hábitos e rotinas é desafio tão grande para o ser humano que a resistência à mudanças muitas vezes pode provocar tragédias ou enormes prejuízos. Nesse jornal impresso uma imagem que ainda deixa muitos joinvilenses incrédulos. Na página oito, a foto da família de capivaras que fez do Cachoeira sua maternidade comprova que nosso rio está menos pior. Na internet, no blog do www.ojoinvilense.com.br um vídeo curto registra o belo mergulho da mãe e um dos três filhotes gerados ano passado no centro da cidade. Lembramos que se você tem o domínio de algum tema relevante para nosso público leitor, desde já sinta-se convidado para que façamos, a quatro mãos, uma reportagem colaborativa como a que está na edição anterior (33).

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

As preferências editoriais do Jornal O Joinvilense

Edição 33 do JOI

O Jornal O Joinvilense  (JOI) renasce com proposta diferenciada; voltado principalmente para líderes e formadores de opinião. Algumas áreas têm prioridade no jornal. Cultura, Meio Ambiente, Política e Comportamento formam a base das preferências editoriais. Na condição de veículo de comunicação social, a relevância de qualquer outro tema às vésperas de cada edição pode derrubar alguma pauta já produzida para ocupar espaços no periódico.
Duas entidades formadas pela sociedade civil organizada também têm atenção especial do JOI. O Clube de Oratória e Liderança (COL) que há mais de trinta anos forma líderes e especializa oradores e o Instituto de Preservação e Recuperação da Biodiversidade de Joinville e Região – Viva o Cachoeira (IVC).
O IVC é uma ONG ambientalista com menos de dois anos de atuação mas já reconhecida como um das mais importantes entidades na defesa do meio ambiente e consolidada pelo voluntariado. Nascido nos tempos da ditadura para ajudar na reposição de líderes que o país tanto precisaria, o COL Joinville formou mais de 2500 deles durante a sua existência e realiza pelo menos três cursos anualmente, em Joinville. Na próxima edição daremos destaque ao clube com uma grande reportagem, também.
Todas as edições do JOI serão postadas na internet no www.jornalojoinvilense.blogspot.com que tem link do sítio www.ojoinvilense.com.br para interatividade com o leitor.
Dedicamos grande reportagem sobre o IVC nas páginas seis e sete desta edição que conta com a colaboração de especialista. Se você tem algum tema que seja relevante para o nosso leitor entre em contato para que possamos, juntos, produzir uma ampla reportagem colaborativa.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Para líderes e formadores de opinião

O Jornal O Joinvilense (JOI) renasce com proposta diferenciada. O veículo tem como público alvo líderes e formadores de opinião. Para esse viés algumas áreas devem merecer prioridade do jornal. Cultura, Meio Ambiente, Política e Comportamento devem formar a base das preferências editoriais do JOI. Isso não quer dizer que assuntos de polícia, economia, saúde, religião, agricultura etc serão ignorados. A relevância de qualquer outro tema às vésperas de cada edição pode derrubar alguma pauta já produzida para ocupar espaços no periódico.
Se no primeiro ensaio de consolidação do veículo as 32 edições produzidas foram financiadas pelos investidores sem uma ação comercial no mercado publicitário, agora o JOI deverá ser viabilizado comercialmente como já acontece com os dois outros veículos impressos da empresa: Jornal O Vizinho (JOV) e Jornal O Garuvense (JOG).
O Bureau de Comunicação e Eventos reservou a semana do dia 14 de dezembro de 2009 para concentrar, com toda a sua equipe, esforços comerciais de viabilização da edição 33. Às vésperas do Natal, os joinvilenses terão, em suas mãos, o JOI. Aguarde.